Minha tia gostosa deitouse em minha cama e pediu silencio

Sou ficticiamente Luiz, tenho 22 anos, fazendo graduação, magro, 1,78 de altura.  A família por parte paterna tem três homens e três mulheres e todos residem na área metropolitana de Porto Alegre/RS. Sendo a ultima – titia – com 27 anos que vou chamar de Marta é uma mulher bonita, alegre, gostosa, uma bunda bem formada, seios firmes de médios para grandes, pele bronzeada o suficiente e que noivou no ano passado. O pai dela (meu avó) mora no litoral em uma praia tradicional numa casa ampla com vários cômodos para acomodar parte da família que veraneia nos meses de dezembro a março, sendo que durante o restante do ano, nos finais de semana um dos filhos casados sempre passa um final de semana junto dos pais e a titia Marta, sempre que pode, vai no meio da semana. Meu membro tem 18 cm e um tanto grosso quando entumecido (a circunferência da cabeça com 11 cm e na base, no púbis, 14 cm). No ultimo veraneio, já no final do mês de março deste ano num domingo, estávamos todos na praia e lá pelas tantas o pessoal resolveu voltar pra casa e ela pediu para que ficasse com ela para pegar mais um bronzeado e deitou-se na esteira. Ela vestia um biquíni bege claro de duas peças e eu um bermudão de tactel. Passado alguns minutos a tia Marta, de bruços e com aquela formosura de bunda pra cima, pediu para passar um pouco de bronzeador nas costas e soltando o fecho da parte superior revelando a lateral dos belos seios. Lambuzei a mão com bronzeador e comecei a esfregar as costas e ela disse para passar nas laterais do tronco e assim apalpei um pouco a lateral dos seios, uma pele sedosa. Já deu uma excitação e o pau endureceu um pouco que ela percebeu e eu tentando controlar. Depois na polpa da bunda, coxas e pernas e com a visão privilegiada da bunda o pau endureceu. Voltei a sentar na cadeira e coloquei uma toalha sobre o colo, mas o pau não baixava. Passado alguns 15 ou 20 minutos a tia Marta prendeu a parte de cima do biquíni e sentou-se na esteira, pegou a toalha que estava no meu colo para passar no rosto para tirar o suor, notando o volume e deu um sorriso. Coloquei as mãos por cima para tapar a ereção tendo em vista que havia outras pessoas ali na volta. Em seguida ela jogou a toalha no meu colo dizendo para amansar o pinto e foi banhar-se. Acompanhei com olhar o seu deslocamento até a água e, principalmente, aquela bunda gostosa. Assim que o pau deu uma relaxada e fui na direção da água e o mar aqui no sul a água é muito fria, dá um choque térmico considerável. Dei alguns mergulhos e o pau murchou, só então fui até a tia Marta que estava próximo. Como o sol já estava muito forte, saímos d’água, pegamos esteira, toalha, cadeiras e uma pequena sacola e tomamos a direção de casa a pé. No caminho ela falou do que viu e perguntou na lata, na cara o que achava dela: respondi que era bonita, tipo gostosona que todo homem, certamente, deseja. E quando o que ela percebeu (o pau duro) que mesmo ela sendo tia, eu sou homem que está na plenitude da sexualidade. No almoço, já pelas duas horas da tarde, a tia Marta sentou-se ao meu lado. Não sei se de proposito, ela deixou cair um dos talheres no chão entre nossas cadeiras e rapidamente curvou-se e apoiando uma de mãos na minha virilha escorregando a mão sobre o pau, apertando-o enquanto agarrava o talher no chão. Foi um movimento rápido. Mais tarde um pouco o noivo chegou e a noite ela foi para Porto Alegre com seu noivo. Na segunda feira à noite vim para a Capital de ônibus para os compromissos com a faculdade e na viagem, +/- duas horas, pensando no sucedido e naquele corpo pode-se dizer escultural. Na primeira semana de maio passado, já com temperaturas de quase inverno, meu pai disse que no sábado pela manhã que se aproximava, iria acompanhar minha tia Marta até a casa da praia para levar mantimentos (rancho/compras) e com dinheiro era comprar frios e carnes lá na praia. No sábado chegamos próximo das 11 horas, descarregamos o carro e junto com a secretária acomodamos em seus lugares os mantimentos. À tarde, fomos num supermercado local, eu e ela, para compra dos frios e carnes. O frio já era considerável. A secretária (empregada) de meus avós deixa o jantar encaminhado e por volta das 18 horas vai embora. Após a janta todos fomos para a sala assistir televisão. Passado algum tempo fui ao banheiro tomar um banho, vesti um pijama, liguei o ar condicionado do quarto no quente baixo e voltei para a sala, onde estavam meus avós. A tia Marta tinha ido tomar banho no quarto suíte dos pais dela. Meus avós recolheram-se aos seus aposentos e minha tia Marta saiu e foi para outro quarto da casa já vestida para dormir. Em torno das 23 horas me recolhi para dormir, o quarto aquecido, tirei o pijama e fui dormir de camiseta e cueca, como sempre durmo. Já tinha adormecido quando senti o colchão/cobertas se mexerem e sonolento vi minha tia Marta se acomodando nas cobertas da cama ao meu lado e fazendo um sinal com o dedo indicador na boca de silencio, mas nem precisava. Ela me abraçou com aqueles seios quentes e firmes nas minhas costas e dizendo no meu ouvido que fazia um mes que pensava no meu “pinto”. O meu pau ficou duro imediatamente e a tia Marta colocou a mão por dentro da cueca agarrando e fazendo um vai e vem vagarosamente. Tirei a cueca e virei-me ficando de frente para aqueles belos seios com os mamilos já arrepiados e durinhos. Agarrei o peito que ficou em baixo e esfregava o bico com o polegar e ela pegou o outro e colocou junto da minha boca e passei a acariciar o bico com a língua. Com a outra mão fui tirando a calcinha dela, ela colocou a perna por cima das minhas e passei a manipular com os dedos a buceta lisinha, raspadinha, o clitóris e introduzindo cuidadosamente o dedo na vagina. Ela voltou a pegar no pau manuseando vagarosamente numa punheta bem lenta. Passei a chupar alternadamente os bicos rijos das tetas de pele sedosa. A tia Marta, já com a respiração mais acelerada, ainda em baixo da coberta, com uma das mãos fui abrindo suas coxas e fui com a língua na buceta e com movimentos sobre o clitóris, ora chupava, ora esfregava a língua. Com a mão direita acariciava um dos peitos. A buceta, além da minha salivação, começou a lubrificar e passei a sentir um sabor diferente e gostoso da lubrificação vaginal. Mordiquei, carinhosamente, os lábios daquela buceta. Enquanto isto ela manipulava o pau e, vez que outra, o apertava. As cobertas caíram no chão e, rapidamente, nos colocamos num sessenta e nove, inicialmente, eu por cima. Depois rolamos lentamente na cama, ficando ela por cima numa posição mais confortável, quando iniciou um boquete e uma mão manipulava o pau num vai e vem e com a outra mão acariciava os testículos. Alternava chupando a cabeça do pau, usando a língua ou ora colocando parte do pau num vai e vem dentro da boca. Eu, alternadamente, botava a língua na entrada da vagina, lambia o clitóris, mordiscava e chupava os lábios daquela buceta gostosa cada vez mais lubrificada. Tia Marta, assim como eu, com muita tesão denunciada pela respiração, parou a chupada e virou-se de frente e por cima e foi ajustando a buceta lubrificada na cabeça do meu pau salivado e também lubrificado. Ela com as mãos sobre meu peito e mexendo os quadris foi facilitando a penetração do meu pau na buceta dizendo que pau grosso e gostoso. Agarrava aqueles dois peitões e os acariciava nos bicos com meus polegares e dedos indicadores, enquanto o pau ia, vagorosamente, invadindo a buceta quente. Em alguns movimentos de vai e vem o pau entrou todo na buceta e assim iniciaram-se movimentos vagarosos de penetração completa na xoxota da titia gostosa. Vez que outra, eu chupava alternadamente, os bicos daqueles maravilhosos peitões e ela começava a cavalgar e gozava. A cada gozada ela deitava com aqueles peitos firmes e quentes sobre mim e com o pau dentro da buceta, mexia bem devagar o quadril e dizia que queria foder ainda mais e mais e eu acariciava com as mãos as laterais das tetas, as costas e a bunda. E assim recomeçamos a trepada mais uma vez. Logo ao iniciar pela terceira vez, rolamos devagarzinho na cama e fiquei por cima na posição pai/mamãe e comecei lentamente o vai e vem naquela buceta muito lubrificada e quente. E de vez em quando, entre uma enterrada e outra naquela buceta gostosa chupava, mamava no bico de numa das tetas. A tia Marta passou a ter orgasmos seguidos me agarrava nos quadris como que querendo ajudar a botar mais o pau na buceta e ofegante dizia: “quero mais”, “quero mais”, “continua”, “vai, bota mais, enterra esse pau na buceta”. As enterradas na bucetas ficando mais rápidas até eu chegar na minha acabada que foi fora da vagina. Ejaculei muito sobre a barriga da tia Marta e ela, com a mão espalhou a porra sobre a barriga e a buceta. A seguir passou a chupar o pau engolindo o pouco da porra que ficou no pau e assim continuando a manter a sensação gostosa de tesão no meu pau por dois minutos ou mais. Enquanto ela chupava a cabeça do pau, a masturbava, mais uma vez, naqueles peitos sedosos. Nus, ficamos deitados juntinhos lado a lado na cama e descansamos um pouco. Eu e titia Marta juntamos nossas roupas e fomos para o banheiro tomar uma banho, onde, chupei um pouco mais aquelas tetas maravilhosas e ela chupou o meu pau. Nos secamos, nos vestimos e fomos cada um para o seu quarto. Acordei-me às oito e meia. Fiz minha higiene pessoal e fui tomar café. Meus avos já haviam saído para caminhar, mesmo com a temperatura um pouco baixa. A titia Marta levantou-se mais tarde, toda arrumada, maquiada, perfumada e com um lindo sorriso no rosto e com seus pais sentados na sala dizendo eles que teve uma excelente noite. Depois do almoço e de volta a Porto Alegre quando me deixava em casa, disse que ia me ligar para mais uma festa

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